terça-feira, 11 de maio de 2010

Um galho de arruda, por favor!

Lendo o blog da Andee tive uma luz: Amiga, será que a gente não precisa de um bom pai de santo? Pq esses nossos carros são encantados, hein?
Sim, perdi meu retrovisor prum ônibus da Sogil, e se não fosse eu estar dentro do carro, o motora teria se mandado sem eu nem saber quem fora o culpado pelo meu Gol ficar sem espelho. Mas anotei. Tudo! E fiz B.O.! E cobrei deles! E apesar da insistência da funcionária em imprimir certa culpa em meus sentimentos (eu não tava errada, não vou pagar por isso, mesmo que saia do bolso de um motorista com 30 filhos e 50 pensões pra pagar!), não recuei! E eles vão pagar!
Valeu Sogil! Só da próxima vez, orientem seus motoristas e serem mais cuidadosos ao fazerem curvas, ainda mais em ruas com estacionamento nos dois lados! É feio bater e fugir, viu?!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Na boa... não fode!

É o cabelo que não se ajeita, a roupa que não fica boa, a chuva que te pega desprevenida, o espinho no filé do peixe, o remédio que esqueceu em casa, a desconhecida que bate de guarda-chuva no teu carro, o banco fechado, o sinal que não abre, o telefonema que não chega, a incoveniente, o texto que não sai, o dedinho que bate na quina, o dinheiro perdido, a fila enooorme, o horário esquecido, a bateria que termina no meio de uma conversa, o pé esquerdo quando acorda, o mau humor por tudo isso e mais um pouco... tenho a leve impressão que hoje não deveria ter saído de casa.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sabem muito...


... esses flamingos!


segunda-feira, 22 de março de 2010

Quero mais...

... telefone sem bateria e um domingo só pra mim.

sexta-feira, 19 de março de 2010

É...

... passou!

\o/

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Igual ao Preto...

... bem perdida e assustada.
Ainda bem que desengano é coisa que dá e passa!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Um dia feliz destes que só em fevereiro faz...

Alheia ao trânsito ela dançava. Não ligava para as buzinas, nem para os mais estressados que gritavam impropérios. Bailava como se estivesse em uma festa. Girava segurando as pontas do vestido laranja em uma valsa que não tinha fim. Olhos fechados. Sorriso no rosto. Pescoço pendendo para o lado. Movimentava-se com a graça dos desvairados.
A outra ria. Sentada em uma mureta de praça, dava gaitadas. Mostrava os dentes a cada estranho que a olhasse. Sorria cada vez que o sinal abria. Gargalhava assim por ter chorado demais? Ria da desgraça ou de alegria mesmo? Não se importava com os curiosos. Ao contrário. Estourava num riso alto, daqueles de fazer faltar o ar. Numa alegria espontânea que só os loucos tem.
Fevereiro faz dessas coisas...