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domingo, 15 de novembro de 2009

Meu inferno astral...

... chegou chegando!

Coisa booouuua!

¬¬

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Garota Enxaqueca

A dorzinha de cabeça de ontem é a enxaqueca, e o mau humor, de hoje!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

On the dial

Tem músicas que caem como uma luva no nosso dia. Ou o programador tá me assistindo em alguma câmera escondida. Já sei... pegadinha do Malandro!? Glu glu...

People are strange, when you're a stranger
Faces look ugly, when you're alone
Women seem wicked, when you're unwanted
Streets are uneven, when you're down

When you're strange, faces come out of the rain
When you're strange, no one remebers you're name
When you're strange, when you're strange, when you're strange

The Doors
People are strange

terça-feira, 23 de junho de 2009

Mais uma vítima

Deixei ele lá, numa rua movimentada. Não coloquei som, película, nada. Não deu tempo ainda. É novinho.

Voltei feliz, tudo tinha sido maravilhoso. Mas não o reconheci. Olhei uns objetos em cima do banco. Não lembrava de ter deixado daquele jeito. Procurei outro pela rua. Em vão. Era ele. Revirado. Machucado. Com o vidro estilhaçado.

Congelei.

Não sabia o que fazer. Nem por onde começar. Almas caridosas me ajudaram a tirar os cacos dos bancos. "O carro novinho!", lamentava uma com as mãos na cabeça.

Emudeci.

Senti falta do meu casaco. Cinza. Novo. Lindo. E do casaco da outra, que andava na esquina atrás do flanelinha. Quer dizer. Do casaco da irmã dela.

Manual, documento, comprovante de depósito, um papel rabiscado, outro com um telefone anotado, chave de casa, papel da área azul, cartão de pedágio. Tudo bagunçado. Até o lixinho!

E eu ali. Calada. Sem reação.

Estouraram o vidro do meu carro por dois casacos. Não dá pra acreditar!

Perdi o tesão. Não quero mais. Me violaram. Violaram ele. Invadiram a minha privacidade. Reviraram as minhas coisas.

Fui mais uma vítima.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

5 coisas que me irritam... num banco.

1 - A porta magnética.
2 - Filas enoooormes.
3 - A porta magnética.
4 - Caixa eletrônico que não obedece os comandos.
5 - A porta magnética.
BÔNUS:
6 - Vigilante sarcástico.
Tenho liga para porta magnética! Tranca até na hora de ir embora. O dia que eu me pelar na entrada de um banco não estranhem! E ai do vigia que der aquela risadinha sarcástica e pedir pra olhar a minha bolsa de novo! Ai dele!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Atormentando crianças - Parte 2

Banco de trás de uma Parati. Uma criança que aos 6 anos já tinha calos nas cordas vocais. Uma pré adolescente que devia chupar limão ao acordar. Mães nos bancos da frente conversando sobre generalidades. E petelecos e beliscões a cada encheção de saco no banco de trás. A mãe da pequena nem registrava mais os gritos, acostumou-se à potência vocal e não dava importância às demonstrações de dor da filha. No banco de trás os beliscões corriam solto. Barriga gordinha! Boa de beliscar! Até que ela resolve verbalizar os maus tratos.

- Mãe, ela tá me beliscando!

- Capaz que ela ia fazer isso contigo, minha filha. Agora fica quietinha, vai!

Rá!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Falando em ciclos...

Matei o Pimentas do Reino. Calma... só o blog! Matamos diria, mas fui eu que excluí o pobre da blogosfera. Faz um tempinho já. Não usávamos mais e achei justo que ele fosse assassinado. E apesar das Pimentas não estarem mais presentes no mundo virtual, pelo menos não juntas, o projeto, quem sabe um dia, seja retomado. Por enquanto, vocês podem curtir a Gisa na TV Com, e a Pree, aqui, e na Record. Amiga star é fueda! Heehehhee

Portanto, fãs da música gospel que nos apurrinharam com os comentários a respeito de shows e gravações em suas respectivas cidades, comemorem! As mal amadas, mal educadas, recalcadas e musicalmente burras que faziam aquele blog não estão mais com o rico endereço virtual. Tomara que façam bom proveito enfiando no rabo!

Ai, pronto. Termino o expediente mais leve assim...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Vivo...

... morto!



Odeio!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Last night...

Noite de quarta-feira, amigas reunidas, todas com alguma reclamação do sexo oposto. Mas a animação por se reencontrarem era maior, e elas precisavam de uma, duas, dez cervejas. O lugar foi escolhido ao acaso, “dizem que aqui é bom”, apontou a caroneira do banco da frente para a motorista. A do banco de trás assentiu com a cabeça, “entramos então”.

À primeira vista tudo muito bem, mas uma constatação: onde estão os casais de namorados? Oferta e procura se equiparavam. Ao entrarem sentiram-se como bois (ou vacas) indo para o abate. Todas três tinham lá seus atrativos, mas a excitação masculina ao adentrarem o recinto assustou um pouco. Por timidez ou falta de espaço mesmo, ficaram bem perto da porta, no balcão do bar. Primeira cerveja servida, copos ao alto, “beber sem brindar, sete anos sem dar”, coroou a do banco da frente, e lá se foram os primeiros goles.

À medida que bebiam, feições mudavam, gente feia ficava bonita, gente mais ou menos ficava deslumbrante, conversa cada vez mais alta, e o som - que antes era apenas fundo musical - ganhou volume, fazendo corpos se movimentarem. O tempo foi passando e a casa enchendo. Dançar já era impossível, apesar das tentativas da guria do banco da frente, “ele está ali na pista, vem”. E se iam, em fila indiana. A motorista anunciou, “hoje eu beijo na boca”, olhando em volta. A do banco de trás foi enfática, “hoje não dá”.

Conversa vai, conversa vem, depois de algumas investidas frustradas e tentativas furtadas, tudo parecia muito chato para a moça do banco de trás, que se sentia fora de seu habitat. “Por que todo mundo conhece essa música e está cantando?”. “É uma das mais famosas da banda”, dizia incrédula a do banco da frente. Era relativamente cedo ainda quando decidiram ir embora. “Não quero atrapalhar a noite dela”, desculpava-se a do banco de trás com a motorista, que conversava ao pé do ouvido com um rapaz que vira logo quando chegou. Enfim, uma noite mais ou menos, segundo a chatinha do banco de trás. Menos, pela festa, que não estava láááá essas coisas. Mais, pela companhia, ótima e impagável. "Precisamos marcar outras", constatou a motorista. "Sim, sim, mas não aqui", riu a do banco de trás.

*Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real deve ser encarada como um "Ai cherrie, que coincidência, aconteceu bem assim comigo. Tô passada!".

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Imbeverly Hills

Inicio janeiro na praia porque, literalmente, pedi pra sair. Não esperava férias a esta altura, mas já que cá estou....

Não que esteja ruim, muito pelo contrário, os ares litorâneos sempre me fizeram bem. O chimarrão no fim de tarde, a brisa fresquinha na hora da soneca, o sol escaldante, a água do mar na temperatura ideal (apesar das águas-vivas), as leituras na beira da praia, a caminhadinha tranqüila... ê vidão! Tudo isso seria perfeito se não chegasse o final de semana. Sim, são nesses dois dias em que tudo que era calma e tranqüilidade vira um inferno. Trânsito caótico, gente mal-educada, som alto nos carros (e dá-lhe Piriguete), farofada e filas, pra tudo!! O mau humor me pega um pouco nesses, confesso. Mas não há criatura que resista a alguém, que tu nunca viu, te puxando pelo braço no meio de uma conversa com os amigos... aaaaah não!!

O calçadão de Imbé virou um programa do Discovery Chanel. Com os hábitos dos pavões, a dança do acasalamento das tigras, a migração das piranhas e o ritual para os macacos machos chamarem a atenção de qualquer fêmea que estiver passando na hora. É por isso que começo aqui uma campanha, por um litoral muito mais fino e educado. Com clericot e champagne a beira-mar, saídas de banho esvoaçantes, leituras bacanas à sombra de guarda-sóis enooormes, fones de ouvido para aqueles que insistem em ouvir a música da piriguete (ou seria piriquete?), lounges charmosos e música (bacana) ambiente, pra não estragar o bate papo gostoso com os amigos. Ah... e nada de gente dançando em caçambas de pick ups... nã na não, definitivamente!