domingo, 18 de outubro de 2009

I love puppies!


Apresento-lhes Donatela e Penelope.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Oi?!

Sim, eu sei que num post não muito distante falei que não achava ele isso tudo. Mas devo confessar. A música do Marcelo Camelo com a Mallu Magalhães é a coisa mais bonitinha! Alegrou minha manhã e me encheu os olhinhos d'água. Será a TPM chegando? Será saudade? Ai ai...


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Perdido na noite

- Onde tu vai?
- Oi?!
- Onde tu vai?
- Tô procurando um amigo meu, vai que ele tá mal e eu não sei...
- Uhum, amigo...
- Mas por que?
- Ah, ia te convidar pra dançar comigo...
- Ah, dançar?
- É.
- Eu volto, pode deixar.
- Uhum, volta...
- Sério, eu te acho!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Why don't you do right?

Voz da Peggy Lee e essa batida.... que vontade de dançaaaaaaaaaaaaaaar!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Não tem igual!

Cerveja em copo de plástico? Boné de paetê na balada? Banheiro sem porta? Dor de cabeça no final da festa? Ressaca acumulada? Nada disso NOS abala!



Ainda mais se logo na chegada tocar Diva!

Amo tu e tu! Beijomeliga!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Garota Enxaqueca

A dorzinha de cabeça de ontem é a enxaqueca, e o mau humor, de hoje!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A noite em que dei pinta de bebum quando não estava!

Chegamos na festa e tava tudo ótimo. Som. Companhias. Empolgação. E quando falo empolgação é empolgação mesmo! Não tava bebendo. Chovia e tinha acordado cedo no dia.

Causamos na pista. Dançamos e cantamos tudo o que sabíamos, e até o que não sabíamos. Elas não paravam de entornar seus copinhos de vodka. Eu tava light. Mas ligada no 220v.

Mas enchi o saco. Cansei. Meu pé doía e o público tava escasso já. Paguei. E fui buscar meu carro. Elas ainda ficaram lá dentro. Últimos acertos. Viagem pra Bahia. "Minha filha nasceu no natal mas não é Nathalia". E eu lá fora. Muito pacienciosa, esperando o Gol.

Nessa hora o chão mexeu. Juro. Olhei pra frente e uma tontura tomou conta de mim. Respirei fundo. Via uma cadeira mais a frente mas não conseguia sair do lugar nem falar pra alguém me ajudar. O cabo do guarda sol era o que mantinha em pé. "Moça, seu carro já chegou". Mas não vi direito quem me falou isso. Era tudo que eu não queria escutar. Não conseguia sair dali. Tomei fôlego e devo ter dado uns dois passos até minha visão escurecer e eu ser amparada por alguns seguranças. Apertei alguém que usava jaqueta de couro. "Eu tô te segurando, não te preocupa", dizia meu novo apoio. "Não vou deixar tu ir embora desse jeito", falou outro que tomou a direção do meu carro e o trouxe mais perto pra que eu pudesse entrar. Não sei se falava com eles. Mas repetia mentalmente. "Gente, eu não tô bêbada, não sei o que tá acontecendo". Me colocaram no banco de trás. Vi as gurias saindo. Elas achando que era brincadeira. Até me verem branca e suando. Chamei um amigo, anjo no caso, que estava ali assistindo tudo e que se dispôs a me levar embora.

Pedi pra pararmos num posto. Estava me sentindo melhor já. Morta de vergonha. Mas melhor. Tomei uma Coca, conversamos um pouco. O outro amigo, coitado, perdido em Porto Alegre, nos seguiu até lá. Pedi desculpas. Tomei a direção do carro e fui embora. Sem saber o que me aconteceu.

Deve ter sido mais ou menos assim que Vanusa se sentiu ao cantar o Hino Nacional todo errado. Tinha tomado remédio para labirintite. Meio grogue. E o povo crucificando a coitada.

Agora eu te entendo, Vanusa!