quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Panela velha...

Sim, ele já ronda a terceira idade. Mas quem se importa?!

Ah vá... ele continua um charme!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pingos de sabedoria



Cravar a bandeirinha no topo só depois de escalar o Everest! Okay?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Depois da tempestade

E não é que setembro me brindou com uma boa surpresa?

A Kitty, minha cadelinha mezzo Fox, mezzo Vira Latas, deu cria! Três filhotinhos. Mas um nasceu morto já. Pena. Era o único macho e único malhadinho, igual a mãe. Ficaram só as duas meninas pretinhas, igual ao pai, o Zé Bob. Uns ratinhos de tão pequenos. Coisa mais feinha! Uma é a Donatela, a outra ainda não tem nome. Sugestões?

O problema agora é com a Belinha, minha outra cadela, que já andava se automutilando. As feridinhas nas patas voltaram a abrir e ela tá com um ciúmes descabido. Nem tá comendo direito. E olha que isso é muito estranho pra ela, que sempre pareceu uma esfomeada. O jeito é torna-la mãezinha também! Quem sabe não acalma? Alguém tem um Fox ou Vira Latinha de porte pequeno pra ser o namorado dela?

Não sei se eu que sou babona, mas filhote é uma coisa muito, muito fofinha. Devia ficar assim por mais tempo. Passo horas alisando a Kitty e suas filhas, bem boba. E isso me dá uma paz, uma calma. Tenho ficado mais na concha essas últimas semanas, ando introspectiva, meio pra baixo. É coisa que dá e passa, já sei. E essa novidade me deu mais disposição, mais alegria. Me impressiono positivamente com detalhes. Dou valor a coisas pequenas. Prezo mais a companhia da família. Uma fase de energização, poderia dizer. E acho que está funcionando.

Essa vida é mesmo uma caixinha de surpresas.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Contagem regressiva...

... para o fim do mês do cachorro louco.

Minha avó nunca gostou de agosto. Cresci com ela dizendo que era o mês do cachorro louco, do desgosto... e confesso não ter simpatia por esta marcação do calendário.

E hoje, 15 anos da morte da minha avó materna - ironicamente no último dia do mês, aquela notícia que chega aos 49 do segundo tempo e muda o placar.

Ninguém gosta de perder. Nem dinheiro, nem caneta, nem brinco, nem chave... e muito menos quem se ama. A gente pulou a fila da aceitação da perda. Não nos conformamos. Choramos. Mas não adianta rezar pra São Longuinho. Certas coisas a gente não vai mais achar.

Felizmente, entramos em outras filas. A da força nas horas mais difíceis, a de amigos leais, a da serenidade, a da superação... Mas nem por isso deixamos de sofrer. O que conforta é saber que estamos cercados de gente que nos ajuda a superar isso. Pessoas que não medirão esforços pra nos ver sorrir de novo, que nos farão aceitar o curso natural da vida, que estarão lá. Só. Não precisa nem falar. Só o olhar basta.

Não é minimizar a perda. É aprender a conviver com ela. E sair fortalecido.

Saudades tuas, vó. Recebe bem a tia Marli aí, tá?!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

On the dial

Tem músicas que caem como uma luva no nosso dia. Ou o programador tá me assistindo em alguma câmera escondida. Já sei... pegadinha do Malandro!? Glu glu...

People are strange, when you're a stranger
Faces look ugly, when you're alone
Women seem wicked, when you're unwanted
Streets are uneven, when you're down

When you're strange, faces come out of the rain
When you're strange, no one remebers you're name
When you're strange, when you're strange, when you're strange

The Doors
People are strange

terça-feira, 18 de agosto de 2009

"Por onde andei...

... enquanto você me procurava."

Sim, sou relapsa. Todo mundo já sabe disso. E blog me traz uma sensação de invasão de vez em quando. Aí dou um tempo. Ou é preguiça mesmo. Enfim...

Escrevo pra contar dos shows que assisti no mês passado. Marcelo Camelo e Nando Reis, num super combo com 50% de desconto, que, confesso, foi o motivo que me levou ao Bourbon Country por duas vezes na mesma semana. É que nunca fui fã deles. O Nando eu achava bacana até, mas o Camelo não conhecia. Fui por curiosidade.

Com o Marcelo Camelo não foi láááá essas coisas. Sim, eu sei que o cara não tem só fãs, tem súditos, que cantaram tudo - sim, tudo! - do início ao fim. Na minha humilde opinião, ele é melhor compositor que intérprete. E não consigo não comparar o trabalho dele com o do Rodrigo Amarante, ex-companheiro de banda, que manda muito bem no Little Joy - e que perdi o show, pela segunda vez! Não sei, mas a voz rouca não me convence, e nem acho sexy como a Mallu Magalhães deve achar. Aliás, não conseguia parar de pensar nos dois juntos. Meio nojento. A única coisa que empolgou foi o final do show, com uma batucada no palco digna dos antigos bailes de carnaval. Marchinha anima qualquer um, nem que seja pra levantar os dedinhos e ficar girando!

Já o Nando me surpreendeu. Sabia da energia do cara no palco, das músicas bacanas que ele fez sozinho e com os Titãs, mas não tinha idéia do carisma absurdo dele. Teatro lotado, bem diferente do dia do ex-hermano, e platéia na mão. Isso sem contar a performática backing vocal, de black power, legging brilhosa - quero igual! - e umas dancinhas que me faziam desviar o olhar mais para o fundo do palco. O ruivo tem a base! E abusou disso no show. Daí não tem outro jeito. Virei fã do All Star Azul dele! Hehehehee