terça-feira, 28 de julho de 2009

Just Dance!


Bora espantar o frio dançando!

Nomes na lista comigo.



segunda-feira, 27 de julho de 2009

Nas unhas...

Uma mão de Desejo, outra de Toque de Ira.
Ficadica!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Carta aberta ao Chico Buarque

Não, não deixei de te amar, Chico. Mas é que Jorge me ganhou ontem à noite...

Só ele y su guitarra, encerrando o tour do disco Cara B no palco do teatro do Bourbon Country. Quer dizer, tinha mais uns sintetizadores, e depois seus companheiros de turnê também subiram para tocar (!?) uma espécie de minigame e um instrumento que já vi a Rita Lee usar em Meu Doce Vampiro, mas que não sei o nome.

O show começou com Un pais con el nombre de un rio, e já fez a plateia toda se apaixonar nos primeiros acordes. E eu também. O que vi depois foi um show de simpatia. Drexler fez graça com a microfonia. Al otro lado del rio foi a capela. Atendeu pedidos de músicas. Apresentou a inédita Todos a sus puestos. Cantou Lontano Lontano com seu italiano cheio de sotaque. Elogiou Vitor Ramil, "o melhor compositor da minha geração". Tocou milongas. E me ganhou. Arrepiei já com Fusion. Não é traição. Quem não se arrepia com uma letra dessas?!

¿Dónde termina tu cuerpo y empieza el mío?
A veces me cuesta decir.
Siento tu calor, siento tu frío,
me siento vacío si no estoy dentro de tí.

¿Cuánto de esto es amor?
¿Cuánto es deseo?
¿Se pueden, o no, separar?
Si desde el corazón a los dedos
no hay nada en mi cuerpo que no hagas vibrar.

Depois a série olhos cheios d'água e sorrisos bobos seguiu com Guitarra y vos, Deseo, Inoportuna, La vida es mas compleja de lo que parece, Sea, Dance me to the end of love, e claro, Todo se transforma. Depois de tudo isso, e mais das outras que esqueci o nome, só posso dizer que ele me ganhou. Poderia ficar mais duas horas escutando o dedilhar do violão, a voz suave, às vezes tímida até, as tiradas engraçadas do humor requintado do moço. Poderia ficar olhando o All Star velhinho, a gravata fininha, o óculos de aro preto, o sorriso maroto de quando ouvia a plateia cantando. Fui seduzida. Não tive culpa.

Desculpa, Chico.

Mas ontem o Jorge Drexler me ganhou.

Ele é o meu novo Chico Buarque.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Mais uma vítima

Deixei ele lá, numa rua movimentada. Não coloquei som, película, nada. Não deu tempo ainda. É novinho.

Voltei feliz, tudo tinha sido maravilhoso. Mas não o reconheci. Olhei uns objetos em cima do banco. Não lembrava de ter deixado daquele jeito. Procurei outro pela rua. Em vão. Era ele. Revirado. Machucado. Com o vidro estilhaçado.

Congelei.

Não sabia o que fazer. Nem por onde começar. Almas caridosas me ajudaram a tirar os cacos dos bancos. "O carro novinho!", lamentava uma com as mãos na cabeça.

Emudeci.

Senti falta do meu casaco. Cinza. Novo. Lindo. E do casaco da outra, que andava na esquina atrás do flanelinha. Quer dizer. Do casaco da irmã dela.

Manual, documento, comprovante de depósito, um papel rabiscado, outro com um telefone anotado, chave de casa, papel da área azul, cartão de pedágio. Tudo bagunçado. Até o lixinho!

E eu ali. Calada. Sem reação.

Estouraram o vidro do meu carro por dois casacos. Não dá pra acreditar!

Perdi o tesão. Não quero mais. Me violaram. Violaram ele. Invadiram a minha privacidade. Reviraram as minhas coisas.

Fui mais uma vítima.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

É o amor...

Recebi duas mensagens de dia dos namorados. Da Nathi e da Gabi. Combinamos de nos mandar, pro dia não ser assim... tão solitário.
Ganhei presente também. Um Santo Antônio. Da minha mãe. Baita mensagem subliminar!
E no dia de Santo Antônio fui a um casamento. E não. Não peguei o buquê!
Aí já era demais né?!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Paris amanhã?

E no mesmo dia em que não se falou de outra coisa, o BarraShoppingSul lança sua campanha de dia dos namorados, "Paris Mon Amour".
Não tô de brincadeira, clica aqui e confere. Puta azar da agência, dos publicitários que fizeram a campanha, do shopping e do acaso, não?!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Atormentando crianças - Parte 3

Eu que sou malvada depois, né?



E pra completar...




Ai que dó!